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#ProustPergunta: João Paulo Vani, consultor de comunicação, responde

“Gosto de quem venho me tornando, mas sei que sou uma obra inacabada”, eis João Paulo Vani, 36 anos, o convidado deste domingo (29) da seção Proust Pergunta.

A definição acima é só uma das boas respostas empreendidas pelo rapaz, que é fundador do Grupo Editorial HN (empresa que se dedica ao mercado editorial de livros, revistas e informativos, físicos ou digitais, e e-books).Desde 2003, Vani também atua como consultor de Comunicação e Marketing em empresas e instituições, dentre elas a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp).

Sim, JP é muito bem instruído, dono de um currículo obeso, no qual os títulos de Mestre em Teoria Literária e Especialista em Comunicação e Marketing só o gabaritam ainda mais a encarar o questionário proustiano com propriedade e desapego aos vícios intelectuais.

Casado há dois anos com Débora Vasques (“como diz a célebre poesia de Cummings, é dela o coração que eu carrego em meu coração”), nem foi preciso muita interrogação para descobrir que a leitura ocupa o primeiro lugar no ranking de hobbies de JP. Na sequência, ele elenca suas coleções de moedas, selos e cédulas como passatempo predileto.

Com Debora

Com Débora, a dona do seu coração.

A seguir, João Paulo Vani diante de Proust. É dura a vida do trapezista questionador…

Qual é sua maior qualidade?

Lealdade.

E seu maior defeito?

Teimosia.

A coisa mais importante em um homem?

Saber exercer seu papel neste mundo.

E em uma mulher?

A mesma coisa do homem. É importante que todo ser humano saiba qual o seu papel neste mundo.

O que você mais aprecia nos seus amigos?

A perseverança (risos). Acho incrível como esses laços se formam e agradeço por permanecerem ao meu lado, seja nos últimos meses, seja pela vida toda.

Sua atividade favorita é…

Ler.

Qual é sua ideia de felicidade?

A simplicidade de uma prosa em volta de uma mesa, com um café coado no pano.

E o que seria a maior das tragédias?

Ter de calar minha voz.

Com a mãe, Filô.

Com a mãe, Filô.

Quem você gostaria de ser, se não fosse você mesmo?

Gosto de quem venho me tornando, mas sei que sou uma obra inacabada.

E onde gostaria de viver?

Na Paris dos anos 1920.

Qual sua cor favorita?

Azul.

Uma flor?

Gérbera.

Um pássaro?

Tucano.

Seus autores preferidos?

Gabriel García Marquez, Ken Follett, Jonathan Safran Foer e Zygmunt Bauman.

E os poetas de que mais gosta?

Cummings, Neruda, Castro Alves, Cazuza.

Os avós Jarbas e Leonor: heróis.

Os avós Jarbas e Leonor: heróis.

Quem são seus heróis de ficção?

Solomon Northup, de “12 anos de Escravidão”; Oskar Scheel, de “Extremamente Alto & Incrivelmente Perto”, August Pullman, de “Extraordinário” e o Batman.

E as heroínas?

Ana Terra, de “O Tempo e o Vento” e Anne Frank.

Seu compositor favorito é…

Beethoven.

E os atores que você mais curte?

Meryl Streep, Anne Hathaway, Robert De Niro, Jack Nicholson, Morgan Freeman, Wesley Snipes.

Quem são suas heroínas na vida real?

Minha mãe e minha avó, Leonor.

Foto05

Aquele abraço em Marley, o labrador “fanfarrão”.

E quem são seus heróis?

Meu avô, Jarbas.

Qual é sua palavra favorita?

Amor.

O que você mais detesta?

Falsidade.

Quais são os personagens históricos que você mais despreza?

Hitler, Lênin, Trotski, Stálin.

Quais os dons da Natureza que você gostaria de possuir?

O da renovação.

Como você gostaria de morrer?

Velho, querido e dormindo.

Como você está se sentindo nesse momento?

Feliz.

Que defeito é mais fácil perdoar?

Os não-intencionais.

Qual é o lema da sua vida?

Adotei para a minha vida, mas a poesia é do Almir Sater: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir”.

Fonte: Coluna do Beck

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